Aprovação em concursos públicos.
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Mulheres na Carreira da Polícia Civil: Camila Pina

1) Como foi seu processo de estudos para ingressar na polícia civil?

Me formei em direito no ano de 2011 e após um tempo sem estudar e desmotivada em razão de alguns problemas de cunho pessoal, criei “coragem” para recomeçar e perseguir o meu sonho. Coincidentemente, saiu a publicação do edital do concurso de delegado no ano de 2013. Foram 03 meses de estudos para a prova objetiva. Elaborei um cronograma de estudos com as matérias do edital e estudava 12 horas diárias de segunda a sábado (das 07h às 12h e das 14h às 21h) e 04 horas aos domingos. Gostava de estudar uma matéria por dia. Acredito que além da minha motivação e esforço encarar essa carga horária de início só foi possível, pois sempre estudei em período integral (minha faculdade era das 8h às 17:10h). Além disso eu teria apenas 03 meses para me preparar. Ao decorrer do certame (fases dissertativa e oral) mantive a mesma carga horária de estudos. Me matriculei em cursinhos preparatórios, o que foi de suma importância, pois além de conhecer e trocar experiências com outros colegas, consegui “centrar” melhor os estudos no sentido do que era mais cobrado nas provas. Continuei usando o mesmo material. Meu caderno, além da lei seca e leitura de informativos do STJ e STF.

2) Vivemos em mundo ainda de muito preencoceito e machismo, como foi seu processo de decisão para ingressar na carreira policial?

Tenho consciência de que infelizmente o preconceito e o machismo estão presentes em nossa sociedade, mas nunca encarei isso como um obstáculo.

3) Na sua opinião o estudo com organização é um passo primordial para quem deseja passar no concurso com mais agilidade e rapidez?

Com certeza. Acredito que a organização aliada à disciplina são imprescindíveis para alcançar o resultado desejado. Apenas dessa maneira é possível otimizar os estudos e esgotar os itens previstos no edital.

4) Quais foram os maiores desafios durante sua trajetória de estudos?

Sempre gostei de estudar e estava muito focada no meu objetivo. Estudar era um grande prazer, então “abdicar” da vida social não foi nenhum desafio. Afinal, encarava como apenas um “período” para após poder viver o sonho profissional. Entretanto, quando me deparei com a fase oral, o grande desafio foi lidar com a minha ansiedade e cobrança.

5) Você ainda presencia algum tipo de preconceito (com as mulheres na Policia Civil) ao seu redor, de maneira geral?

Nunca presenciei nenhum preconceito comigo ou com outras mulheres na polícia civil, mas sei que ele existe, pois já ouvi relatos de colegas. Na verdade, acredito que algumas situações ocorreram (onde fui “testada”) em razão da minha idade ou falta de experiência logo ao assumir o cargo e não necessariamente por uma questão de gênero.

6) O que te motiva todos os dias na sua rotina de trabalho?

Amo o que eu faço. Gosto de desafios. Ser policial é isso. Nunca sabemos como será o plantão / expediente ou a que horas retornaremos para casa. Mas, a satisfação de realizar um bom trabalho é indescritível! Poder exercer um cargo em prol da sociedade sempre foi o meu desejo. A polícia é o único órgão que está aberto 24 horas a serviço da população e as vezes basta um bom atendimento para que que possamos fazer a diferença na vida de uma pessoa.

7) Ser mãe, casada e ainda com todos os afazeres do cotidiano, como é lidar com tudo isso ao mesmo tempo?

Quando não estou trabalhando, na vida pessoal tento viver da maneira mais leve possível. Mas, me cobro demais. Estou em constante aprendizado e amadurecimento. Reconheço que “não levar o trabalho para casa é um grande desafio”! O importante é termos nossos objetivos bem definidos e compartilharmos a vida com alguém que entenda a demanda da nossa profissão, a qual exige muito de nós, não só emocionalmente, mas, também, em relação a carga horário de trabalho.

8) Qual recado você deixaria para as mulheres que queiram ingressar na carreira policial?

Acreditem em vocês! Nós somos capazes! Trabalhem duro, não se sabotem, o caminho é árduo, mas a vitória é possível! E, se realmente for um sonho profissional, garanto que todo esforço percorrido valerá a pena!

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Mulheres na Carreira da Polícia Civil: Raquel Galinatti

1) Como foi seu processo de estudos para ingresso na Polícia Civil? 

Eu estudei durante cinco anos para o concurso específico de Delegado de Polícia. Durante esses anos todos eu passei por pequenas derrotas, que foram as reprovações nos concursos para Delegado de Polícia em vários Estados, dentre eles os concursos de 2006 e 2008 no Estado de São Paulo.

Além de São Paulo, também consegui a aprovação no concurso da Polícia Civil de Minas Gerais. 

Eu encarava o estudo como uma rotina de trabalho. Optei por descansar aos sábados, domingos e feriados, quando eu desfrutava das minhas horas de lazer, viagens, esportes e reuniões com amigos. Essa foi a forma que eu encontrei para conseguir seguir uma rotina de estudos e conquistar o meu sonho. 

Eu tinha plena consciência de que seriam necessárias muita determinação e resiliência e, por isso fortaleci o meu psicológico e optei por não ficar submersa 24 horas nos estudos, como eu vejo vários candidatos para concursos públicos fazendo. Fiz cursos preparatórios, formei os meus cadernos e optei por estudar fora de casa em cabines de estudos de cursos preparatórios diversos, até o momento em que fui aprovada.

2) Vivemos ainda em um mundo de preconceitos e machismo em muitas áreas e segmentos da sociedade, no seu caso, como foi seu processo de escolha/decisão para entrar na Polícia Civil?

Sim, vivemos em uma sociedade predominantemente patriarcal e machista, infelizmente. 

Estamos no ano de 2020, mas vemos nuances salpicadas na sociedade em atitudes. 

Particularmente, acredito que as profissões não têm gênero e sexo, e devemos nos pautar por aptidões. Quando escolhemos uma profissão, temos que nos pautar naquela que consideramos ter a maior afinidade.

Antes de me tornar Delegada de Polícia, nunca tinha trabalhado na área policial, fui advogada durante onze anos, mas eu sabia de antemão que era a carreira que fazia os meus olhos brilharem e que eu sonhava em exercer.

3) Na sua opinião, o estudo com organização é um passo primordial para quem ser aprovado no concurso público com mais agilidade e rapidez? 

Eu considero essencial para que o caminho seja encurtado que o candidato tenha método e direcionamento para os estudos. Muitas vezes, o concurseiro estuda matérias que não são aquelas que são exigidas no concurso que ele deseja ser aprovado ou, mesmo que sejam, talvez não sejam cobradas naquela fase específica. Então é essencial que tenhamos um direcionamento, um método para que esse caminho seja percorrido de forma mais eficaz e rápido até aquele objetivo que é a aprovação no concurso público.

4) Quais foram os maiores desafios durante sua trajetória de estudos?

Os maiores desafios foram realmente aqueles desafios internos. Quando paramos e não conseguimos palpar resultados, afinal passamos por várias reprovações até a tão sonhada aprovação. Nos questionamos se realmente estamos seguindo o caminho certo, se realmente devemos persistir neste sonho e se temos capacidade para atingir nosso objetivo. 

Acredito que esses pensamentos internos foram o meu principal obstáculo, pois eu sentia que eles faziam com que eu desviasse o meu foco e objetivo.

Sempre tive a determinação e a certeza de que eu seria aprovada no concurso para Delegado de Polícia, não importava o tempo que fosse necessário, mas algumas vezes me questionei durante a jornada, que é árdua e requer muita resiliência e muita força de vontade.

5) Você ainda presencia algum tipo de preconceito (com as mulheres na Polícia Civil) ao seu redor, de maneira geral? 

Trabalhando como Delegada de Polícia na atividade fim, presidindo inquéritos, equipes em plantões de polícia judiciária eu não presenciei o machismo. Porém, a partir do momento em que assumi o cargo de Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, e me propus a representar os pares da melhor forma que fosse, passei a presenciar muitos questionamentos e tentativas de menosprezar, diminuir ou até mesmo anular os meus posicionamentos pelos próprios pares. Óbvio que alguns homens repudiam esse tipo de gaslighting e manterrupting. Explicando, o manterrupting é a tentativa de menosprezar a mulher, as suas ideias e opiniões, ou seja, tentar cala-la ou até mesmo, trata-la como alguém que não tivesse intelecto suficiente, que é o mansplaining

Infelizmente presenciei isso em algumas reuniões em que ouvia frases como “venha compor essa mesa para embelezar a mesa”. A mulher não compõe mesa profissionalmente para embelezar, e isso sem fazer o juízo de valor se ela tem ou não beleza, mas sim pela profissão que ela exerce, pelos seus conhecimentos técnicos, doutrinários e práticos. Então, realmente, no percorrer da carreira, principalmente exercendo a função de Presidente do Sindicato, eu percebo de alguns pares ainda possuem esse preconceito machista.

6) O que te motiva todos os dias na sua rotina de trabalho?

O que me motiva todos os dias é saber que estamos buscando a dignidade da polícia judiciária, o resgate da dignidade da polícia judiciária, o fortalecimento de nossas prerrogativas, o reconhecimento de um salário digno, o fortalecimento e a respeitabilidade da nossa carreira como um todo. Porque presenciamos várias tentativas de aniquilar as nossas prerrogativas ou pior, que a nossa carreira seja realmente extinta. Então, o principal objetivo é realmente fortalecer e resgatar a dignidade da polícia judiciária.

7) Ser Delegada, presidente do SINDESP e ainda com todos os afazeres do cotidiano, como é lidar com tudo isso ao mesmo tempo?

Quando a gente escolhe, pode até ser um jargão muito comum e corriqueiro, algo muito falado, mas quando você escolhe algo que é apaixonado, que ama a ponto de exercer como profissão, você nunca terá que trabalhar na sua vida, porque até nas suas horas de lazer e de descanso, quando se está com os seus amigos e colegas de profissão, você se flagra pensando, trabalhando e até mesmo falando sobre casos, investigações, ou até mesmo o que ocorre no seu dia a dia. Então, quando você é apaixonado pelo que faz, não percebe que está trabalhando.

8) Qual recado você deixaria para as mulheres que desejam ingressar na carreira policial?

O meu conselho, o meu recado para as mulheres que querem ingressar nas carreiras policiais é que, repetindo o que eu já falei anteriormente, a profissão não tem sexo, não tem gênero, ela deve ser seguida de acordo com a aptidão. E busque o seu objetivo, o seu sonho e afinal, quem pode determinar o que seremos e o que exerceremos profissionalmente, somos nós mesmos. Afinal, nós somos os protagonistas de nossas próprias vidas!

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Mito ou verdade: O edital é um bicho de sete cabeças?

Sabemos que o edital do concurso público é o principal guia do candidato, pois nele constam todas as informações necessárias para trilhar essa jornada. Porém, muitas pessoas encaram esse documento como um bicho de sete cabeças. Será que ele é mesmo?

Muitos candidatos acabam se preocupando tão somente com o estudo dos conteúdos para a prova, que deixam o edital de lado. Não realizam a leitura do documento completamente, ou não entendem os diversos termos contidos nele, e com isso acabam se prejudicando. Isso tem uma razão cultural, pois nós somos acostumados a não ler os manuais de instruções dos equipamentos que adquirimos, por exemplo. É um hábito enraizado, que se manifesta até mesmo em um assunto sério como concurso público.

Levando em conta a importância da leitura do edital, vamos te ajudar a entender melhor os itens fundamentais que aparecem nesse documento.

1- O edital inicia-se com o cabeçalho identificativo da entidade que está abrindo as vagas. Na sequência, vêm as Disposições Preliminares, apresentando a banca examinadora, a forma de seleção e o regime ao qual os nomeados estarão submetidos.

2- Em seguida, no tópico Dos Cargos são apresentados os requisitos exigidos, a remuneração, descrição das atividades e carga horária.

3- O capítulo Das Vagas apresenta, de forma direta, informações sobre as vagas e geralmente faz referência a algum anexo, onde constará o número de vagas para cada cargo. Lembrando que é importante ler também os anexos.

4- Apesar de óbvio, um item muito importante é o capítulo Das Inscrições, pois nele além das informações sobre datas, encontra-se também a forma e o prazo de solicitação de isenção do valor da inscrição, assim como também, informações do modo de requerer atendimento especial, caso seja necessário.

5- No tópico Das Provas, encontra-se as informações dos tipos de prova (dissertativa, objetiva, prática, etc), duração e data de aplicação, falhas que podem levar a eliminação, critério de pontuação individual, bem como o caráter eliminatório e/ou classificatório de cada tipo de prova.

6- Na sequência, apresenta-se as informações posteriores ao concurso, como nomeação, local de atuação, posse e exercício. Nas Disposições Finais, são informadas as normas referentes ao dia da prova, como cor da caneta, porte de eletrônicos e validade do concurso.

7- Ao final normalmente apresentam-se os anexos que elencam os conteúdos de cada matéria que serão cobrados na prova.

Agora que você já conhece a estrutura do edital, com seus principais títulos e informações, pode perceber que ele não é o bicho de sete cabeças que você pensava. Talvez você ainda ache um edital complicado demais e com muita informação, mas o que acontece é que um simples erro pode anular todo o edital, inclusive após as provas, gerando um grande prejuízo.

Ainda ficou com alguma dúvida? Está com dificuldades em entender o edital? Compartilhe conosco no nosso BLOG!

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4 Motivos para prestar concurso público

Quem nunca sonhou em ter uma carreira estável?

Em tempos de crise, com a economia instável e com empresas privadas diminuindo boa parte do quadro de colaboradores, um concurso público pode te proporcionar a sonhada estabilidade, salário acima da média e outros benefícios. Onde você pode descobrir a sua vocação e atingir a realização profissional.

Inclusive, para jovens com pouca experiência profissional, incluindo quem acabou de se formar e não sabe qual próximo passo a seguir, ou pessoas que simplesmente, desejam mudar de área e que geralmente encontram dificuldades de serem inseridas no mercado privado, a carreira pública pode ser uma excelente oportunidade de conquistar um emprego.

Separamos abaixo 4 motivos para se aventurar e se dedicar a uma carreira pública:

Um dos grandes benefícios que o servidor público tem é a estabilidade profissional e financeira, onde se tem uma tranquilidade para planejar o futuro. Afinal, nada melhor que você poder financiar seu carro e sua tão sonhada casa sem correr o risco de ser demitido. Ou seja, seu emprego está garantido, a menos que se cometa uma infração grave.

A tão sonhada estabilidade

Servir à sociedade

Além dos atrativos convencionais, outro motivo muito forte é o de poder servir a sociedade.  Poder contribuir para o crescimento e desenvolvimento do seu país, e com isso ver que você realmente pode transformar a sociedade é algo extremamente gratificante. Afinal, nada melhor que fazer o bem e obter reconhecimento social com o seu trabalho.

Salário

O fator salário é, com certeza, algo que conta muito na busca por um emprego. Em cargos públicos eles são bem atrativos, e geralmente, se encontram na média e perspectiva do concursado em questão.

 Jornada de trabalho

Se uma das suas prioridades é buscar uma condição melhor de vida para você e sua família, saiba que seguir em um cargo público é uma ótima maneira de se obter isso.

Claro que existem outros motivos para conquistar uma carreira pública. Porém, não pense que será uma tarefa fácil. A disciplina e dedicação são fundamentais para o preparo na hora de realizar as provas. Além de ter que cumprir com os requisitos, que variam de edital para edital.

O primeiro passo é ter força de vontade, vindo de muito estudo, abdicação do lazer e tempo com a família e amigos. Muitos não sabem como se preparar adequadamente e utilizar o tempo que tem para se dedicar aos estudos. Por isso, estamos aqui, prontos para entender o seu momento, tempo e lhe direcionar corretamente para o alcance dessa tão sonhada carreira.

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A Teoria das Janelas Quebradas e a violência doméstica

Na década de 90 o prefeito de Nova Iorque, Rudolph Giuliani, adotou a política de tolerância zero e diminuiu os índices de criminalidade existentes na cidade.  

Tal política teve como base a teoria das janelas quebradas que, em apertada síntese, foi um experimento realizado onde se chegou à conclusão de que a repressão de pequenas infrações impediria a prática das mais graves. 

E aqui chega-se ao ponto de intersecção entre a referida teoria e a violência doméstica. 

Como de ordinário ocorre, a violência doméstica se dá, em regra, em um crescente. Inicia-se com um tom de voz mais elevado, xingamentos, vias de fato, ameaças, para depois culminar nas lesões de natureza grave ou morte. 

Raras são as situações em que o homicídio é o primeiro ato praticado pelo agente sem a precedência de nenhuma agressão anterior já que os sinais do avanço da violência são o seu traço característico. 

A violência perpetrada contra a vítima não é somente a física, mas sobretudo a psicológica, que se equipara em termos de gravidade e crueldade à física e está presente na quase totalidade dos casos envolvendo violência doméstica. 

Pois é essa que, de fato, mina o relacionamento, a confiança, destrói a autoestima e torna frágil a mulher, transformando-a em vítima em potencial de violência doméstica. 

A violência psicológica consiste na falta de respeito, de apoio, no menosprezo ou contrariedade à concretização dos projetos da mulher ou no ato de fazer incutir na vítima a crença de sua reduzida capacidade, razão pela qual ela deve permanecer vinculada a seu algoz. 

É mister, portanto, coibir a prática de qualquer tipo de violência em seu nascedouro, impedindo, assim, que o seu prosseguimento resulte em atos de extrema gravidade. 

Porém, para isso é curial investir não apenas na proteção, mas, principalmente, no fortalecimento da mulher, com educação, informação, geração e manutenção de seus empregos com o fito de garantir a independência financeira, implementação e reforço de políticas públicas de apoio psicológico, para reparar abalos e reforçar a confiança na capacidade e manutenção no prosseguimento da sua vida de forma independente, a fim de que ela não apenas consiga identificar, desde logo, que é vítima de violência doméstica – física ou psicológica – para, ato contínuo, fazer com que essa violência cesse de imediato. 

Isto porque, somente ao impedir e coibir as pequenas atitudes, é possível romper com o ciclo da violência e da opressão ao qual ela está habituada. No entanto, apenas a mulher que está psicológica e materialmente estabelecida é capaz de reconhecer, de plano, a situação em que se encontra e cortar, de vez, o círculo vicioso e viver de forma livre e independente, longe de seu agressor, evitando, por conseguinte, a prática de atos que poderão levar, inclusive, a sua morte. 

A título de ilustração, em uma determinada situação de rotina uma mulher relatou que o seu sonho sempre fora o de cursar uma faculdade e, por uma dessas coincidências do acaso, foi-lhe oferecido um emprego em uma universidade onde teria direito a uma bolsa de estudos. Ela sofreu resistência e não teve apoio por parte de seu marido, que estava relutante em aceitar a sua nova condição. Ela não cedeu e hoje vai ser o que ela quiser ser. Mas, e se ela tivesse cedido? 

Talvez tivesse aberto uma porta que nunca mais conseguiria fechar. 

Conclui-se, portanto, que a proteção e o acolhimento da mulher são de suma importância para os casos envolvendo violência doméstica, no entanto, somente o seu fortalecimento gera independência e tem o condão de impedir o início dos atos de violência ou de fazer cessar o seu prosseguimento se já iniciados. 

E que a incidência da Teoria das Janelas Quebradas com a consequente política de tolerância zero às práticas de violência doméstica, de cunho psicológico, moral e físico, já positivadas no âmbito interno através da lei Maria da Penha, são fundamentais não apenas para impedir o nascedouro da violência, mas, principalmente, para contribuir com a sua não propagação. 

O experimento que culminou na Teoria e que posteriormente fora aplicado na implantação da política de tolerância zero de Nova Iorque comprovou a eficácia de que o extermínio da raiz do problema, isto é, das infrações de menor gravidade que faz com que, de fato, as mais graves não cheguem a ser sequer implementadas, relaciona-se com os atos de violência doméstica hodiernamente praticados e a eles pode ser incidir plenamente. 

Autora: Nathalia Alonso e Alonso Barreiros – aprovada no concurso de Delegado de Polícia

Concursos Públicos SP: mais de 20 mil vagas nas Polícias Militar e Civil

Serão 13 mil vagas para a PM e outras 8 mil para a Polícia Civil SP

Eleito governador de São Paulo com mais de 10 milhões de votos, João Doria (PSDB) prometeu durante entrevista nesta segunda-feira, 29 de outubro que deve abrir Concursos Públicos para preencher mais de 21 mil vagas, sendo 13 mil oportunidades só para a Polícia Militar e mais 8 mil vagas para concursos da Polícia Civil SP.

A informação foi dada um dia após o resultado da eleição que deu a João Doria a oportunidade de gerenciar o estado de São Paulo pelos próximos quatro anos. Segundo ele, uma de suas propostas em seu plano de governo é aumentar o número de vagas em concursos públicos, contratar novos policiais e colocá-los nas ruas, além da valorização salarial do profissional da segurança pública.

“Vamos transferir para as ruas os 6 mil agentes que hoje fazem escolta de presos. Isso vai ampliar imediatamente o atendimento à população. Depois, faremos concursos públicos para 13 mil policiais militares e 8 mil policiais civis. Mas será uma ampliação gradual”, disse o governador eleito, João Doria.

Vale lembrar em o Estado de São Paulo realizou recentemente vários concursos públicos para ambas as Polícias, Militar e Civil. Entre 2017 e 2018 foram 5400 vagas para para Soldado da PM de São Paulo, que devem ser contratados em 2019, e centenas de vagas para o cargo de Oficial.

Além disso, foram disponibilizadas vagas para a Polícia Civil de São Paulo em 2018. Foram abertos concursos para Agente, Escrivão, Papiloscopista, Agente de Telecomunicações, Delegado, entre outras carreiras da Polícia Civil de São Paulo.

Último Concurso Polícia Civil SP

Os últimos editais para o concurso Polícia Civil SP foram publicados este ano. Os certames foram organizados pela fundação Vunesp. Juntos, os editais ofertaram mais de    vagas para os cargos de: investigador, escrivão, papiloscopista, agente de telecomunicações e delegado de polícia.

As vagas foram distribuídas da seguinte maneira:

800 Escrivão
600 Investigador
250 Delegado
200 Papiloscopista
300 Agente de Telecomunicações

Na ocasião, foram constatadas mais de 150 mil inscrições somente para os cargos de papiloscopista e agente de telecomunicações.

Etapas do Concurso Polícia Civil SP

O concurso teve etapas diferentes conforme cada cargo. Confira os detalhes a seguir:

Agente de Telecomunicações e Papiloscopista—  os candidatos a esses cargos foram submetidos a provas objetivas e investigação social;

Escrivão— para o cargo de escrivão,  o certame teve 3 etapas: provas objetivas, prova prática e investigação social.

Disciplinas Exigidas 

Prova de Escrivão e Investigador

As provas foram aplicadas no dia 10 de junho. Nesta etapa, os candidatos  e tiveram até de 5 horas para responder 100 questões, que versaram sobre as disciplinas abaixo:

Língua Portuguesa
Noções de Direito
Noções de Criminologia
Noções de Lógica
Noções de Informática
Atualidades

Prova de Agente de Telecomunicações

Já os candidato às vagas de agente fizeram a prova preambular com 80 questões de múltipla escolha. A prova foi dividida em 2 módulos com 40 questões cada. Para adentrarem a fase subsequente, os candidatos precisam ter o mínimo de 20 acertos por módulo.

Para serem convocados convocados à segunda fase, era preciso obter a pontuação mínima exigida e estar entre os 450 primeiros colocados.

As disciplinas cobradas para o cargo foram:

Língua Portuguesa
Noções de Direito
Noções de Criminologia
Noções de informática e comunicação
Noções de Lógica
Atualidades

Prova de Papiloscopista

Assim como no cargo de agente, a prova para papiloscopista também teve 80 questões divididas em 02 módulos,  para este foram exigidos os seguintes conteúdos:

Língua Portuguesa
Noções de Direito
Noções de Criminologia
Noções de Medicina e Odontologia Legal 
Noções de Biologia
Noções de Informática
Noções de Lógica
Noções de Identificação 
Atualidades

Blog, Concursos

Concursos Polícia Civil SP: Secretário anuncia edital para até dezembro!

Concurso PC SP é ANUNCIADO pelo secretário! Edital ainda em 2017!

Boa notícia para quem pretende participar dos próximos concursos públicos para ser realizados pela Polícia Civil de São Paulo. Na última sexta-feira, dia 25, o secretário de Segurança Pública, Mágino Alves, revelou que o edital deve ser lançado até final do ano e as vagas preenchidas até 2018.

Além disso, nos próximos quatro meses serão chamados os candidatos aprovados no concurso de 2013, para ocupar 64 postos de delegado, 258 de escrivão e 902 de investigador (um terço disso na capital). As informações foram prestadas ao portal Veja SP.

Em abril, o governador Geraldo Alckmin autorizou a nomeação de nada menos do que 1.118 aprovados nos últimos concursos da instituição. A nomeação de remanescentes já constava no pedido encaminhado em 2016 pela corporação para a Secretaria Estadual de Gestão Pública (SGP/SP), para o preenchimento de 4.438 postos, sendo 2.364 para remanescentes e 2.074 para autorização de novos concursos.

As 1.118 novas nomeações são para os cargos de delegado (74), investigador (321), escrivão (527), médico legista (57), perito (61), técnico de laboratório (16) e oficial administrativo (62).

Solicitação concurso Polícia Civil SP (PC SP)

A corporação conta com um pedido, que tramita desde maio, na Secretaria de Gestão Pública (SGP/SP) para o preenchimento de nada menos do que 4.438 vagas em 2017, sendo 2.074 para preenchimento por novas seleções e 2.364 para convocação de remanescentes de concursos já realizados.

Das 2.074 solicitadas para novos concursos, 253 são para cargos com exigência de ensino médio e 1.821 para carreiras com necessidade de nível superior, que oferecem remunerações iniciais que variam de R$ 3.365 a R$ 10.079,28, com jornadas de trabalho de 40 horas semanais.

Especialidades concurso Polícia Civil (PC SP)

Médio

Para quem possui ensino médio, a solicitação de novos concursos da Polícia Civil/SP é para as carreiras de fotógrafo técnico pericial (com 86 oportunidades), desenhista técnico pericial (40), atendente de necrotério policial (59) e auxiliar de necropsia (68).Somente para o cargo de atendente de necrotério, a remuneração inicial é de R$ 3.365, já considerando R$ 571,51 de adicional de insalubridade. Para fotógrafo, desenhista e auxiliar de necropsia, o inicial é de R$ 4.023,29, já com o complemento.

A diferença salarial do atendente de necrotério para os demais cargos se deve à lei complementar 1.249, de 3 de julho de 2014, que altera de ensino fundamental para médio a exigência para os cargos de agente, atendente de necrotério e auxiliar de papiloscopista, sem compatível alteração salarial.

Superior

Para nível superior, as 1.821 vagas para novos concursos da Polícia Civil/SP são para os cargos de investigador de polícia (1.012), escrivão de polícia (296), perito criminal (329), médico legista (104) e delegado de polícia (80).Para estas carreiras, as remunerações iniciais são de R$ 4.171,49 para escrivão, R$ 8.538,49 para perito e legista e R$ 10.079,28 para delegado, já com o adicional.

No caso de cargos de nível superior, o pedido também conta com 1.999 vagas para nomeações de remanescentes, sendo 153 para delegado, 140 para médico legista, 222 para perito criminal, 406 para investigador de polícia e 1.078 para escrivão de polícia.

Déficit 

Delegados

O déficit de delegados, responsáveis por conduzir investigações criminais, já atinge uma a cada seis vagas estabelecidas para o cargo no Estado. Entre investigadores e escrivães, a proporção é de um para quatro. Na visão de agentes de segurança e especialistas, os índices revelam o “sucateamento” da Polícia Civil.

Quase 14 mil vagas ociosas

Sindicatos das categorias afirmam, com base em dados publicados no Diário Oficial do Estado do dia 30 de abril, que faltam pelo menos 13.913 policiais civis em São Paulo, ou cerca de 30% do efetivo fixado.

Cargos vagos por carreiras na PC SP

Atualmente, 560 das 3.463 vagas para o cargo – ou 16,17% – não estão preenchidas. “O claro é gigante. Hoje não tem metade dos policiais que havia quando eu entrei na Polícia Civil, há mais de 30 anos”, afirma um delegado titular que atua na capital. Por causa do déficit, um único profissional chega a presidir 1,2 mil inquéritos. “É humanamente impossível investigar tanta coisa, não vai dar resultado nenhum”, diz George Melão, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp).

Escrivães e Investigadores

Em São Paulo, o déficit de escrivães e de investigadores é de 2.180 e 2.851, respectivamente, conforme os dados de abril. O número representa 24,45% e 23,84% do total de vagas fixadas para cada uma das carreiras. “A situação está pior no interior, onde as delegacias estão recebendo funcionários de prefeituras, que não são policiais. Se tirar essas pessoas, 70% dos distritos fecham”, diz Melão.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que o déficit no quadro da Polícia Civil foi agravado a partir de 2014, pela Lei Complementar 144/2014, que baixou em cinco anos o teto para aposentadoria de policiais e estabeleceu idade máxima de 65 anos. “Com isso, houve a aposentadoria compulsória de 862 policiais civis entre 2014 e 2015”, diz. A regra foi revogada em 2015, mas os cargos não foram restituídos automaticamente.


Detalhes concurso Polícia Civil SP:

  • Concurso: Polícia Civil de São Paulo (Concurso PC-SP 2016)
  • Organizador: A definir
  • Cargos: Diversos 
  • Escolaridade: Nível médio e superior
  • Número de vagas: A definir
  • Remuneração: Até R$ 10.079,28
  • Situação: Previsto
  • Previsão para publicação do edital: 2017
  • Link dos últimos editais: Perito Criminal – Investigador de Polícia – Escrivão  –  Agente Policial  – Delegado  

Prepare-se para a Polícia Civil de  São Paulo (PC-SP) com quem é imbatível em aprovação nas carreiras policiais.

Concurso para Delegado do Mato Grosso com mais de 100 vagas e inicial de R$ 20 mil!
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Concurso Público Aberto para Delegado Civil do Estado de Mato Grosso

A Polícia Judiciária Civil do Estado de Mato Grosso – PJC-MT – está com concurso público aberto para formação de cadastro de reserva para o cargo de Delegado de Polícia Substituto bacharel em Direito. A remuneração inicial é de R$ 19.316,49.

O concurso será realizado pelo Cebraspe – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de promoção de Eventos (antigo Cespe) e será admitida inscrição, via internet, no período de 27/03/2017 a 02/05/2017. A remuneração inicial é de R$ 19.316,49.

Saia na frente com o coaching individualizado do PIC:

Delegado policia civil mato grosso

12 dicas de como ser aprovado no concurso de delegado de policia civil
Blog, Técnicas e Dicas

12 dicas de como fui aprovado no concurso de delegado de policia civil

Olá amigos, tudo bem?

Tomei a iniciativa de escrever sobre a minha trajetória como concurseiro até me tornar Delegado de Polícia, pois ao refletir e acompanhar a rotina de muitos alunos percebi que os obstáculos que eles enfrentam como postulantes a cargos públicos são praticamente os mesmos que encontrei no passado. Assim descrevendo a minha história poderei ajuda-los a conseguir superar todas as adversidades, pois ao longo do texto exporei diversas dicas de estudos, fruto da minha experiência exitosa na área pública, e que hoje compõem o método de estudo que elaborei e aplico a meus alunos, visando a tão sonhada aprovação!

O início da vida de concurseiro

Logo de cara preciso assumir algo a vocês. Ser Delegado de Polícia não foi planejado, nunca pensei em ocupar este cargo, tanto que no quinto ano da faculdade eu fazia estágio em um Banco de Investimentos. O meu trabalho era voltado à análise das operações comerciais que seriam efetivadas pela instituição financeira, portanto, bem distante do trabalho que um dia eu iria exercer no futuro. À época, houve uma grande crise no mercado financeiro, que fez com que o Banco praticamente reduzisse pela metade o seu quadro de funcionários, incluindo este que vos escreve, que naquele momento, às vésperas da conclusão do curso de Direito na faculdade, almejava ser efetivado como Advogado Júnior, o que não aconteceu.

Após tomar essa pancada, conversei com meus pais e com a minha namorada a respeito do meu futuro. Aqui vale uma observação, a minha namorada e hoje esposa já estudava para concurso público há um bom tempo, e foi dela a ideia que me colocou definitivamente nos trilhos do meu futuro, que irei detalhar daqui para frente. Naquela época, achei inteligente estudar para a OAB e não procurar outro estágio imediatamente, até porque o fim de ano não favorecia essa escolha. Assim, me matriculei em um curso intensivo de dois meses e consegui obter a aprovação no exame da OAB na minha primeira tentativa.

Eu me lembro de ter conferido o gabarito da prova da OAB na praia com a minha namorada e, após somar os pontos e perceber que a minha nota havia sido realmente expressiva, ela me questionou, meio que inocentemente, se eu não pensava em prestar um concurso público. Aquela ideia repercutiu fortemente na minha cabeça, tanto que decidi me matricular em um curso preparatório para concursos.

A formação dos cadernos no cursinho

 As aulas do cursinho preparatório tiveram início, e eu cada vez mais me acostumava com a ideia de passar em um concurso público, porém não sabia ao certo para que tipo de prova iria me arriscar, se para a Magistratura ou Ministério Público. A divisão entre essas duas carreiras se justificava, pois a minha grande incentivadora, a minha namorada se dedicava a elas, assim era natural que eu me inclinasse a tais.

Recordo-me que a minha rotina durante a semana se dividia entre as aulas no cursinho na parte da manhã e estudo dos cadernos na parte da tarde, salvo quando cuidava das minhas ações que demandavam certo tempo e até prejudicavam os estudos, mas eram necessárias, pois além da experiência jurídica conferiam um precioso acréscimo na renda mensal.

Aqui vai a primeira dica: Se vocês puderem fazer essa opção, dediquem-se exclusivamente aos estudos, pois vocês perceberão ao longo do texto que a aprovação não virá caso os estudos não sejam colocados como prioridade total na vida de vocês.

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Blog, Concursos

Polícia Federal autoriza concurso para Delegado Federal

Carreira exige diploma de conclusão do curso de Direito e mínimo de três anos de atuação na área policial ou jurídica. (Para dicas sobre direito previdenciário acessar o site:https://previdenciasimples.com)

A direção-geral da Polícia Federal autorizou a abertura de um novo concurso público para Delegado Federal em 2017. A remuneração inicial para a carreira é de de R$ 22 mil. Também serão ofertadas vagas para perito, agente e escrivão.

A estimativa é que sejam disponibilizadas ao menos 491 vagas para Delegado Federal neste certame, com exigência do diploma de conclusão do curso de Direito e, no mínimo, três anos de atuação na área policial ou jurídica.

A PF oferece salário inicial de R$ 22 mil para as carreiras de Delegado e Perito, mais auxílio-alimentação, no valor de R$ 458. Para as carreiras de Agente e Escrivão, os rendimentos chegam a quase R$ 12 mil, incluindo o auxílio.

As demais carreiras também têm exigência de nível superior completo e habilitação (categoria B). Para a carreira de Perito, o candidato deve ter a formação de acordo com a área escolhida.

Coacnhing Delegado de Policia Federal

Fonte

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